A diversão improvável de Wild Metal Country
Enviado: 11 Dez 2021, 19:40
Recentemente resolvi jogar todos os títulos antigos mais obscuros da Rockstar Games e suas subsidiárias, desde Techno Cop (1988), Quarantine (1994), passando por Smugglers Run (2000), Oni (2001), The Italian Job (2001) e State of Emergency (2002). Descobri vários tesouros esquecidos, dentre eles Wild Metal Country (1999), um joguinho bem simples desenvolvido pela então DMA design, logo após o sucesso de GTA (1997).

Wild Metal Country é um action-adventure estratégico onde você controla tanques de guerra em modo single ou multiplayer. Obviamente o multiplayer não tem ninguém hoje em dia, mas o single player vale a pena. O jogo se passa em três planetas cujas populações foram exterminadas pelas máquinas. Os humanos estão buscando recuperar a força infiltrando-se nos territórios inimigos. As missões consistem em destruir armas e veículos inimigos e recuperar os núcleos de energia roubados.

A primeira coisa que me chamou atenção foi o nome do primeiro tanque que você controla: Rhino, um nome recorrente em todos os GTAs desde GTA III (2001). Apesar do nome, a versão de Wild Metal é bem futurista e possui lagartas funcionais. A física dos veículos também é muito semelhante à de GTA, possuindo inclusive um arquivo "handling.cfg" na pasta de instalação. A famosa tática de atirar pra trás pra ganhar velocidade também está presente em Wild Metal.

A dirigibilidade dos tanques lembra muito a dos veículos de controle remoto na franquia GTA. Se as missões do Zero fossem bem calibradas e realmente divertidas, elas seriam como Wild Metal. Até mesmo os cenários nos remetem à missão New Model Army, que é uma das missões mais odiadas pelos jogadores, mas que tem uma proposta bem interessante. Bem, talvez o maior problema das missões do Zero sejam o próprio Zero, enchendo o seu saco o tempo todo.
Outra coisa que me surpreendeu foi o sistema de controles, que pode ser obsoleto ou meio difícil de entender no início, mas após alguns minutos de jogo você pega o jeito. Foi uma escolha de desenvolvimento bem ousada. Cada lagarta tem aceleração individual, fazendo com que a direção (direita/esquerda) seja determinada pela velocidade relativa de cada uma. Recomendo muito usar um joypad USB e remapear algumas teclas ao seu gosto.
A trilha sonora é bem minimalista e "metálica", com sons que nos transportam para aquele ambiente inóspito longe da Terra. Vale ressaltar que tem opção de idioma português nativamente.
Já joguei umas boas horas e recomendo: joguinho simples, leve, bem arcade, gostosinho pra passar o tempo. Quem gosta de retrogames vai curtir.

Wild Metal Country é um action-adventure estratégico onde você controla tanques de guerra em modo single ou multiplayer. Obviamente o multiplayer não tem ninguém hoje em dia, mas o single player vale a pena. O jogo se passa em três planetas cujas populações foram exterminadas pelas máquinas. Os humanos estão buscando recuperar a força infiltrando-se nos territórios inimigos. As missões consistem em destruir armas e veículos inimigos e recuperar os núcleos de energia roubados.

A primeira coisa que me chamou atenção foi o nome do primeiro tanque que você controla: Rhino, um nome recorrente em todos os GTAs desde GTA III (2001). Apesar do nome, a versão de Wild Metal é bem futurista e possui lagartas funcionais. A física dos veículos também é muito semelhante à de GTA, possuindo inclusive um arquivo "handling.cfg" na pasta de instalação. A famosa tática de atirar pra trás pra ganhar velocidade também está presente em Wild Metal.

A dirigibilidade dos tanques lembra muito a dos veículos de controle remoto na franquia GTA. Se as missões do Zero fossem bem calibradas e realmente divertidas, elas seriam como Wild Metal. Até mesmo os cenários nos remetem à missão New Model Army, que é uma das missões mais odiadas pelos jogadores, mas que tem uma proposta bem interessante. Bem, talvez o maior problema das missões do Zero sejam o próprio Zero, enchendo o seu saco o tempo todo.
Outra coisa que me surpreendeu foi o sistema de controles, que pode ser obsoleto ou meio difícil de entender no início, mas após alguns minutos de jogo você pega o jeito. Foi uma escolha de desenvolvimento bem ousada. Cada lagarta tem aceleração individual, fazendo com que a direção (direita/esquerda) seja determinada pela velocidade relativa de cada uma. Recomendo muito usar um joypad USB e remapear algumas teclas ao seu gosto.
A trilha sonora é bem minimalista e "metálica", com sons que nos transportam para aquele ambiente inóspito longe da Terra. Vale ressaltar que tem opção de idioma português nativamente.
Já joguei umas boas horas e recomendo: joguinho simples, leve, bem arcade, gostosinho pra passar o tempo. Quem gosta de retrogames vai curtir.